Sexta-feira, Outubro 04, 2002
Vamos pensar direito em quem votar, gente. É nessa que eu vou votar:
A candidata a deputada distrital, Eliana Ferreira Emerick (PT do B), 46 anos, foi presa em flagrante, nesta quinta à noite, na 504 Sul, quando vendia cocaína para S. S. A. J. de 28 anos.
A trouxinha foi vendida por R$ 10 ao usuário. No interior do veículo da candidata, uma S-10 placa JEL 2648/DF, foram encontradas mais dez trouxinhas de cocaína.
Além da droga, os policiais civis apreenderam em poder de Eliana Emerick um celular, R$ 808 e o veículo.
Eliana Emerick foi levada para o juizado Especial Criminal e ao Tribunal Eleitoral Regional.
A candidata já havia sido detida uma vez, em 2000, mas, meses depois, foi liberada pela Justiça.
Paz.
Quinta-feira, Outubro 03, 2002
ENTRE SWEET HOME E ALABAMA
Acho que todo mundo sabe que eu sou fã de bluegrass. Na verdade o bluegrass hoje em dia é uma coisa muito restrita, o ouvem apenas os sulistas mais puristas dos estados unistas e alguns loucos como eu. O bluegrass deixou vários rastros na música popular para consumo (diferente da música popular tradicional). Daí saiu o country music, que eu pessoalmente não gosto embora milhares de pessoas gostem (lembro de uma reportagem do correio na granja do torto, numa exposição agropecuária, em que o repórter perguntou a uma countrycinha se ele preferia tonico e tinoco ou allan jackson e ela disse "allan jackson, lógico. apelou, hein?"). E surgiu também uma vertente muito gostosa do rock, que alguns chamam de country rock e outros de southern rock. Dentre esses grupos de southern a gente encontra o alman brothers e o lynyrd skynyrd.
Uma coisa que me choca nisso é que esses grupos são de lugares tradicionalmente racistas (sweet home alabama e mississipi queen, do lynyrd) e preconceituosos. E acontece um certo imperativo ético, o que resulta em eu não prestar atenção nas letras.
Daí também o meu desprezo pela história desses grupos. Uma certa alienação idiota, mas que serve para manter o meu gosto musical, de acordo com minhas preocupações ideológicas. Mas isso é possível?, ou seja, podemos falsificar ou omitir uma história para certas coisas, desconsiderando o aspecto cultural envolvido? E no que isso implica?, que a cultura cujos antecedentes históricos são omitidos é espontânea?
Ora, isso não importa. Na verdade se o munndo fosse um pouco mais justo e igualitário (isso segundo a concepção ocidental americana e "democrática" de igualdade e ética) nós não teríamos medo de escutar uma banda racista, até os negros escutariam hinos ku klux klan, imagino, como sendo parte de uma história a que recorremos para acentuar as igualdades presentes. Os judeus escutariam wagner sem remorsos, fazendo-se que a arte, antes de ideologismo, fosse apenas o que primordialmente se propõe a ser: arte.
Pois sigamos o pastor luther king junior e escutemos todas as músicas sem sentimento de culpa, sintamos apenas o regozijo que só a arte desapegada é capaz de proporcionar.
PAZ.
da Reuters, em São Paulo
A Columbia TriStar confirmou hoje o que já vinha sendo divulgado na imprensa norte-americana: o ator brasileiro Rodrigo Santoro fará o papel do vilão Emmers na sequência do filme "As Panteras".
isso vai ser muito engraçado. quero ver
A Columbia TriStar confirmou hoje o que já vinha sendo divulgado na imprensa norte-americana: o ator brasileiro Rodrigo Santoro fará o papel do vilão Emmers na sequência do filme "As Panteras".
isso vai ser muito engraçado. quero ver
Terça-feira, Outubro 01, 2002




Muito se fala por aí que eu não gosto de rock.
Pois bem, vejamos o que é rock numa listinha de músicões:
1. rolling stones - sympathy for the devil
2. pink floyd - sheep
3. sepultura - territory
4. the doors - touch me
5. v spy v spy - all over the world
É lógico que estão faltando muitas músicas de rock nessa lista, mas procurar a figurinha dos discos é chato. Os beatles ficam pra próxima.
Paz.
Segunda-feira, Setembro 30, 2002

Divulgação/Atlantic Productions
o tutankamon não parecia alguém que a gente conhece?
acho que parece é comigo mesmo